Louca, caotica, intensa e um pouco insegura. O que sempre fui. Sempre existiu uma grande bagunça dentro de mim. Um caos interno. Sou duas, sempre fui. Existe a segura, independente que não precisa de muito pra estar bem. Que gosta de barulho, de gente, de poder. Mantem distância de qualquer forma de fraqueza, de desistências. Sempre com planos malucos pra seguir em frente e passar por cima dos problemas. Mas perdeu a fé nos seres humanos. Conhecido como o eu forte. Minha outra eu é completamente entregue ao sentimentalismo. Acredita que as pessoas podem ser sinceras e não sabe lidar com a solidão, e pior não sabe exatamente como demonstrar tudo que sente. O que essas duas tem em comum? Ele. Tudo que as duas partes querem é ele. As duas partes sentem o mesmo nó na garganta de imaginar o 'sem ele'. Em tão pouco tempo conheci tanto dele e libertei tanto de mim. Perto dele sinto algo que procurei por muito tempo em muitas coisas e lugares. Apoio a versão do amor a primeira vista. E do primeiro contato até agora tudo tem se tornado mais real. Prometi não confessar a mim mesmo, assim tão cedo... mas estou me apaixonando. O mais importante... estou me permitindo sentir. Gosto de quem sou com ele, gosto de quem ele é comigo. Gosto de perder o medo, gosto de amar, gosto do cheiro que ele tem. Gosto de todas as sensações malucas que sinto no estomago só de pronunciar seu nome, do arrepio do toque e do conforto do seu abraço. Realmente gosto de tê-lo por
perto, de chama-lo de meu. Graças ao meu primeiro eu não acho que precise dele, mas que queira ele. Não acho que vou morrer sem ele, e sim que quero viver com ele. Gostaria que alguém tivesse a opção de me ter ou não, e escolhesse me ter, porque me quer. De verdade. Gostaria que alguém sentisse por mim o que sinto por ele. Na verdade... gostaria que ele sentisse isso por mim. O que mais gostaria é que ele soubesse o quanto é dolorido sentir tudo isso e não poder viver... Gostaria que ele acreditasse que amor não prende, amor liberta. Só não consigo palavras pra expressar o quanto não gosto de saber que existe a enorme possiblidade de eu ter que desistir do que sinto. De dar as costas ao que mais quero. Se não houver lugar pra mim em sua vida, seguirei em frente. Mas não por escolha minha. O que não posso fazer é trair tudo que sempre acreditei... e acredito mesmo que se você gosta de alguem e quer ir com calma você não a magoa, você simplesmente vai com calma. Quando magoa é porque não ama. Se quiser ficar comigo é comigo. Senão é hora de eu partir mais uma vez.
Mesmo com a certeza de que tudo que queria era faze-lo feliz. Mesmo sabendo que sentiria falta daquele sorriso, always.
terça-feira, 6 de abril de 2010
I belong with you.
Postado por Camila Clark. às 22:44
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